quarta-feira, 16 de setembro de 2015

ACORDES - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




" O ESTADO DE AMAR É O FENÔMENO MAIS SURPREENDENTE E HARMONIZANTE MAS TAMBÉM ESTRELA PRESENTE NA VELOCIDADE DA LUZ... ACORDES EM MIM!!!"



                                    Vanda Lúcia da Costa Salles

domingo, 23 de agosto de 2015

ALUNOS DO CMIBO- JARDIM CATARINA E CIEP 121-MARAMBAIA PARTICIPAM DOS 190 POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS - EM OUTUBRO, EM SÃO LUIS DO MARANHÃO...





SALVE!!!   SALVE!!!


“CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”


CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO! DIVULGUE PARA OS SEUS CONTATOS





1-      LÍVIA DE OLIVEIRA GALDINO

MARIA FIRMINA DOS REIS

Na praia de Cumã                                                                                                                                                               vi o luar chegar,                                                                                                                                       Ó flor, és “Farol da Educação!”      
                                                                                                                                                                   Amar-te com uma amizade  verdadeira,                                                                                                   como se fosses tu uma parte de mim                                                                                                                       “Maria Firmina dos Reis”.



1-      THAYNARA CARVALHO DA CUNHA GOMES

MARIA FIRMINA DOS REIS

Do fundo deste mar que estou                                                                                                                        A me libertar no luar                                                                                                                                                         Espero com dignidade minha liberdade.
O azul do mar, o sol no céu                                                                                                                       O calor da natureza, o sal da água da praia...                                                                                               É o que me encanta                                                                                                                                                             
  Me faz ver igualdade em todos os sentidos da vida.                                                                                                  
Além deste oceano luminoso e encantador                                                                                                           Alegro-me com a paz da natureza,                                                                                                                                                   Porém o tempo, a consumir-se em pura dignidade                                                                                                     como o lindo povo brasileiro.




9ª CONVOCATÓRIA


ATENÇÃO!!!        ATENÇÃO!!!

Para que possamos atingir as meta dos 190 poemas e dos “artigos e pesquisas, crônicas sobre MFR” a tempo de lançarmos, na data prevista, as duas Antologias pedimos a sua adesão a esse projeto que é uma missão de amor a essa grande brasileira que não ocupa ainda o seu devido lugar no cenário da cultura brasileira. Assim, envie as suas poesias (em homenagem a ela e estudos, pesquisas e crônicas sobre a vida e obra de MFR)
Ficaremos agradecidos!
              
 “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”
01 de Outubro de 2014 a 15 de setembro de 2015 (ou até quando completarem 190 Poemas)
             

APRESENTAÇÃO
A exemplo dos “Mil poemas para Gonçalves Dias”, esta proposta expressa o objetivo de divulgar a vida e a obra de grandes nomes nacionais, em especial maranhenses, para além das fronteiras continentais, ratificando a importância de, pela literatura e por trabalhos científicos engajados politicamente, contribuir para a disseminação e adoção de estratégias que resultem na mudança social, na direção de modelos de sociedades mais equânimes.
FINALIDADE
Prestar uma homenagem, em 2015, à Maria Firmina dos Reis (1825-1917), Patrona da Academia Ludovicense de Letras, ano em que completará cento e noventa anos de nascimento.
Por outro lado tal proposta reafirma que esta Academia deve primar pela consecução da sua finalidade, constante no seu Estatuto, qual seja: [...] o desenvolvimento e a difusão da cultura e da literatura ludovicense, a defesa das tradições literárias do Maranhão e, particularmente, de São Luís, a perpétua renovação e revitalização do legado da Atenas Brasileira, o culto às origens da cidade e à sua formação pelas letras, a valorização do vernáculo e o intercâmbio com os centros de atividades culturais do Maranhão, do Brasil e do exterior.
A proposta expressa o objetivo de:
- Divulgar a vida e a obra de grandes nomes nacionais, em especial maranhenses, para além das fronteiras continentais, ratificando a importância de, pela literatura e por trabalhos científicos engajados politicamente, contribuir para a disseminação e adoção de estratégias que resultem na mudança social, na direção de modelos de sociedades mais equânimes.
- Conhecer a vida e a obra de Maria Firmina dos Reis e reconhecer a importância das motivações que caracterizam a sua obra, tais como o romantismo, o nacionalismo e dentro destes a valorização dos povos que iniciaram a história do nosso país.
- Apreender a importância do conhecimento e divulgação da vida e obra dos grandes nomes nacionais, entre eles, o de Maria Firmina, que por algum tempo não teve o reconhecimento merecido da sua obra.
- Compreender a urgência de otimização do potencial criador da criança e do adolescente e o papel de mediação das Academias de Letras, num trabalho conjunto com a escola nessa perspectiva.
NORMAS DOS TRABALHOS
a) ANTOLOGIA “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”
 - Cada Poeta poderá apresentar até cinco (cinco) poemas em homenagem à Maria Firmina dos Reis. Formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, e enviar, adjunto, currículo literário resumido (no máximo seis linhas), em que conste data de nascimento, cidade e país de origem; e-mail, com foto atualizada,
- A aceitação dar-se-á na ordem de recebimento da (s) obra(s), até completar os 190 (cento e noventa) poemas.
b) ESTUDOS E PESQUISAS: “SOBRE MARIA FIRMINA DOS REIS”
- Cada autor ou coautor poderá enviar até dois (02) textos, com, no máximo, 10 (dez) páginas, formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, incluindo bibliografia e fotos.
- Ao enviar sua obra, esta deverá vir acompanhada de pequena bio-bliografia, com foto atualizada e e-mail, cidade e país de origem.
- A aceitação se dará na ordem de recebimento da (s) obra(s) até completar 300 páginas.
 Envio de Poesias para: dilercy@hotmail.com
Envio de Trabalhos para: vazleopoldo@hotmail.com

CUSTOS:
 As antologias adotarão o sistema consorciado, na qual os custos serão rateados entre autores que receberão em livros os valores pagos.
ENTIDADES E ÓRGÃOS ENVOLVIDOS:
Academmia ludovicense de Letras-ALL, Academia Vimarense de Letras-AVM, Academia Caxiense de Letras , Federação das Academias de Letras do Maranhão-FALMA,  Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão-IHGM,  Instituto Histórico e Geográfico de Guimarães-IHGG, Sociedade de Cultura Latina do Brasil-SCLB, Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix suisse / France - Delegação do Maranhão e Liceo Poético de Benidorm-Espanha - Delegação do Maranhão.
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DIVULGANDO: BLOG DO VICENTE ALENCAR E O INSTITUTO BRASILEIRO DE DIVULGAÇÃO LITERÁRIA...




                         DIVULGANDO: 

INSTITUTO BRASILEIRO                   
                          DE DIVULGAÇÃO LITERÁRIA
                                     Fundado em 10 de junho de 2004

                                                  Fortaleza - Ceará


UMA TROVA DE JOSÉ ALBANO, um dos 10 
maiores poetas da Língua Portuguesa:

Tudo já me persuade
Que a tí não devo opor:
- Longe, matas de saudade,
E, perto, matas de amor".


Fonte: http://vicentealencar.blogspot.com.br/2015/06/instituto-brasileiro-de-divulgacao.html

domingo, 12 de julho de 2015

INSTANTES- VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES









INSTANTES

                   À Dilercy Adler ( pela passagem de seu aniversário)
         
Por uns instantes... Observo o que me traz os labirintos da memória
da profundidade do coração feito maré...
Flui do dentro em ondas de luz a brilhar...
As palavras querem a palavra profícua
marejada,
na emoção do partejar.

O vento sopra,
parece dizer,
"quero você pra mim!"
Aguço o ouvido esquerdo, evito
a tempestade de areia...
As vagas açoitam os rochedos, nesse
imediato instante... A vida pulsa!


A mulher passa e me atrai o olhar... É a poesia instaurando-se no dia...
Sinto o frescor da manhã... Uma imensa energia...
Ela caminha garbosa radiante
com sua criança ao colo em laços de fitas. Madonas,
braços abertos pra vida... E são lindas!
De repente observa o mar... E gargalha,
madeixas soltas ao vento
Ah, quanta irreverência!
Trans-lucidamente se faz contemplativa de instantes... Nesse seu dia!
Sorrio relembrando o prazer de sua gargalhada...
Um raio de sol amanhece na praia...
Quantas poesias cabem nos instantes?

Por um segundo meus olhos percorrem as horas,
não tenho relógio,
mas o colorido dos barcos dos pescadores impregnado em minhas retinas
distancia-me de tudo...
Aqui, agora, não tenho o mar...
Nem o sol,
pouco importa!  Apenas sonho e escrevo.
Olho o cactus e vejo a flor!
Imagino, sei das essências!!!


Na mesa ao lado,
na barraca dos pescadores os homens brindam com suas cervejas.
Parecem vermelho-zincos curtidos
Um de olho azul mariscado oferece um trago
ou um naco, sei lá, ao companheiro mais próximo... Ele sorri...
Abre a boca e o canto atravessa o próprio dia, além do pensamento de todos...
Tem um quê de bandolim!!!
Uma saudade adormecida sopra-me as faces...

Um pacote vazio de biscoito rola na areia...
Nessa mesma praia, dizem
um pirata escondeu um tesouro...
Um cheiro de bronzeador aguça outros instantes...
Revejo àquele instante em que senti seu coração... O perfume d'alma!
E um privilégio estar viva!...
Ah, e esses instantes a farejar-nos os sentidos!

Em 7/7/2015


terça-feira, 9 de junho de 2015

POESIA, POR QUÊ? - HOMENAGEM AOS AMIGOS DE GUIMARÃES E SÃO LUIS DO MARANHÃO-BRASIL








Regiana Tavares e Osvaldo Gomes




- POESIA, POR QUÊ?


                          Vanda Lúcia da Costa Salles 

                I
Porque a brisa marinha
impregna as sensações
que amadurecem  meu corpo, e ela,
presença em pôres-de-sóis
nesse meu corpo vida irradia, sinto
ainda que a cidade pareça vazia
e a luz do teu sorriso seja
um pontinho exuberante
pros que ficaram no cais...
Por quem choram os violões?
Ah, essa nossa imaginação!!!
                           II
Imagino Maria Firmina dos Reis lá
-bandeira destemida, tremulante!-,
Em Cumã de Guimarães,
Quantos barquinhos ao mar?
Quantos anseios? Quantas esperanças?
Quantas canções em bandolins enfeitados?
Quantos amigos e abraços apertados?
Quantas noites, quantos dias?
Firmes como rocha... Quantas saudades?
Quantos peixes na fieira, ó Joana Costa?!!!
Vixe, pirão, camarão e limão? Sei não,
O que diria Gonçalves Dias?
             III
Diga-me o que fazes, ó escritora Regiana Tavares, que aqui não estás?
Tu que ousaste inusitada poética reivindicar?
Criando uma ciranda de um humano poetar
Educação é a chave, base desse o Amor!!!
Porque o momento permite um trago
Ainda trago, ó Dilercy Adler,  nas mãos e
nas lembranças,  o gosto indelével
acri-doce
daquele licor alemão!
                          IV
Porque, às vezes, é tão difícil seguir os sonhos...
Viver é um risco, mas é preciso navegar.
Vencer as tempestades...
Aprumar o veleiro n’água

Seguir às estrelas
Rumo até o infinito dos lençóis...
Ou da própria
Lua
Na rua
Em que o Josenildo assobia a canção,
E a Nilce Farias sorri encantada
Quando o povo saracoteia o mesmo hino
Oswaldo Gomes passeia com toda a sua emoção,
Olhando de soslaio a moça bonita,
Amiga da mesma amiga,
Sentadinha na mesma praça,
Àquela mesma, ó Duzinha!,
em que o Ever (como bom peruano)
desenhou-me em branco papel
enquanto a banda passava,
cheinha de graça,
cantando coisas de amor!

         V
Seria a flor preferida vermelha?
A orquídea? Um ser afim?
A Yasmin, a Angel, a Rita?
Eu? A Joselita, o Elcy Amorim?
A Maria Bonita sob os lampiões?
Heim, heim, heim, heim?!!!

            VI
E nessa ciranda formada vieram somar:
A Idenilce, a Isabel, o Antonio Marcos,
A Silvia, a Augusta, a Adriana, a Isnândia
E a Tomasia, com sua calidez
- pássaros livres em prol da Educação!!!-,
Na aurora do dia,
Quando se  adentraram
 O  Antônio Noberto e o Jean Yves, o amigo francês
Só “Por Ver-te”, ó Vermelha Flor!!!

           
      VII

Porque é preciso cantar
Alegrar a vida
Pra que o tempo
Não se perca em um rio de lágrimas,
Mas sim,
Que as mesmas sejam bem ditas,
vai daqui o meu carinho em forma de  abraço,
porque juntos somos
no mesmo compasso!!!


segunda-feira, 1 de junho de 2015

PAVEL FRIEDMANN- POESIA DO HOLOCAUSTO







POESIA DO HOLOCAUSTO

       AUTOR: PAVEL FIEDMANN
       


A borboleta
A última, sim, a derradeira
Talvez lágimas do sol, se sonoras fossem vertidas
sobre pedras brancas...

Tão e tal especial matiz de amarelo
Ergueu-se luminoso, galgando as alturas.
Sei que voou pelo desejo de
beijar o mundo para dizer adeus


Aqui permaneci sete semanas,
Encurralado dentro do gueto.
mas eis que encontrei razões de amor.
Ramos de Esperança chamavam por mim
Brancas flores dos castanhais luziam no pátio.
Apenas nunca mais outra borboleta.
Aquela fora a última.
Borboletas não sobrevivem aqui
no limo do gueto.



PAVEL FRIEDMANN- nasceu a 07 de janeiro de 1921, em Praga, e foi deportado para Terezin em abril de 1942. Morreu em Oswiecim (Auschwitz) em 29 de setembro de 1944.
O poema foi preservado, em cópia datilografada, na coleção de poesia de Pavel Friedmann, e doado ao Museu Judaico Nacional durante a sua campanha de documentação. Datado de 04 de junho de 1942.

domingo, 17 de maio de 2015

POESIAS: DA CRI(A)ÇÃO E DE PÔR-DE-SOL













DA CRI(A)ÇÃO  E  DE PÔR-DE-SOL



                   Vanda Lúcia da Costa Salles




Se são delas, bem sei,
dizia faceira a mimosa
ao dia
mirando a inusitada cria
Seria imperfeito dizer
que mãe também é a que cria?





MÃE


   À todas as mães, mesmo as que não sendo, foram



És o motivo
 que a vida escolheu
para vivificar
o ato da criação... Força e Luz!
Fruto eterno da energia
Fruto que é fruto de adoração e comunhão
emanação do amor
Fruto do fruto de teu ventre de amor és, ó mãe,
a singularíssima forma!!!