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A poesia que na vida tece
D ia a dia emoldurando a tela
R ara, nesse convívio em Iriri
I ndo e vindo na paradoxa
A guando as pedras musgos todos e lodos pântanos
N essa procura de ser afim
Ah! Linda criança que mora em ti...
R odopias danças e cantas arteira
U rdindo a teia tão tecelã
S orrindo em rodas e rodopios nessa manhã
S entindo a vida que paira breve
I nventas sonhos que jorram em mim...
T radução de toda ternura, sabes
A vida-líquida não cabe aqui
V enha não temas, se
A praia deserta fica em pleno dia
R ecordo os “ Cantos dos Bosques de Viena”
E inebriada ficas nesse rodopio valsa
S entindo a brisa leve... e o mar, enfim”
D a intercomunicação, apenas
E spero o toque do clarim... Que deságue
M aravilhosa poética
Ex-cêntrica
L iberta e (im) pura
L adina, matreira... Na seta: o alvo/Amor
O nde o povo se faça senhor de sua casa.
*Do Livro: Núncia Poética. RJ:CBJE,2010, pp.52/53.
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