quinta-feira, 3 de novembro de 2016

COM O SONHO NO OLHAR- POESIA DE VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES





Foto: Vanda Lúcia da Costa Salles


COM O SONHO NO OLHAR

estrelas brilham em nós
quando cantamos à vida
ávida de espanto
e felicidade
estrelas brilham em nós
erguem-se cheíssimas de luz
e exaltam a glória do senhor no universo,
Ó Deus, como é fecundo o instante!
estrelas brilham em nós
estrelas brilham em nós
e dão significado ao dia que se inicia...
porque o esplendor fulgurante do teu olhar
mostra que também estamos
com o sonho no olhar... E nosso olhar tão igual...
na imensidão do infinito
somente
estrelas brilham em nós...

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

EM SÃO GONÇALO-RIO DE JANEIRO-BRASIL: RECITAL MULTIDISCIPLINÁRIO CONTRA A GUERRA E PELA PAZ, SUSTENTABILIDADE E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL NO MUNDO










LOGOMARCA ELABORADA PELA POETA E ARTISTA PLÁSTICA VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES- FUNDADORA DA A.E.A.C.-ACADEMIA ESTUDANTIL DE ARTES CONTEMPORÂNEA
A SER OFICIALIZADA NO DIA 23/09/2016, NO CIEP BRIZOLÃO 121-PROF. JOADÉLIO CODEÇO-MARAMBAIA-SG-BRASIL






sábado, 10 de setembro de 2016

ALL EM COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DE SÃO LUÍS-MA E PRESENTE NO MOVIMENTO INTERNACIONAL 100 MIL POETAS POR TRANSFORMAÇÃO DO PENSAR E AGIR NO MUNDO-DELEGAÇÃO DO LICEO POÉTICO DE BENIDORM NO MARANHÃO-BRASIL




A PRESIDENTE DA ACADEMIA LUDOVICENSE DE LETRAS, DILERCY ARAGÃO ADLER E OS CONFRADES: ALDY, MACATRÃO, NOBERTO, LEOPOLDO VAZ, 








ANIVERSÁRIO DE 404 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO LUÍS

- 08 de setembro de 2016 –

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

MULHER: POESIA DE VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




MULHER

no recôndito do instante
inaugures a delícia de ser
o inequívoco poema

de ti



quarta-feira, 27 de julho de 2016

CRÔNICA: DENTRO DE NÓS - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




DENTRO DE NÓS



                                  Vanda Lúcia da Costa Salles




      Em momentos que a mente acaricia, sei que vives, com esse ar de Dama antiga e dissimulada porque sabes que a saudade brota gerânios, tulipas e hortelãs. Como  grapete, nomeada era e os netos vinham saber dos causos e namoricos de adolescentes. E ficávamos sorrisos largos, a retirar os cabinhos das pimentas malaguetas ou a formar, peça a peça, a beleza de um fuxico.
      De certo que a dúvida nunca adentrava o afã do peito amante, dançando um samba ou um cateretê. Então, dizias, em tardes de veranico, " a maresia entorna o caldo do pirão de carapeba, moreno, prepara a lenha que o fogo já nos convida". E toda faceira, alisava os lençóis.
      Um, dois, três, quatro, cinco, seis filhos seus e mais três de quebra no angu do tacho, criados com tapioca, violão e rede. " Neném que o diga, Josias nada sabe do clarão da Lua quando a noite brilhava encanto. Vanda, tão bom seria se tivéssemos um tapete voador, não?" Imaginar nem era preciso, sabíamos que do sonho era a vantagem do guia. Seguíamos pegadas.
       Pintora fosse, falou um dia, chuva caindo fininha como agulha perdida na cegueira do olhar, " eu pintava a flor, delicada flor, e enfeitava a casa de Seu João Aleijadinho. O pobre, mal consegue respirar, mas também uma solidão tão torta, que nem cal as paredes aceitam. Coitado, diz caminhar nas horas." Ouvido atento, dentro de nós, a admiração se expandia como pé de samambaia ou cortadeira chorona. Ah!  Senhora de toda a nossa vida e matriz de mim, como sufocar a ausência que deixaste nessa casa com portão verde floresta e uma biblioteca comunitária num desejo todo próprio do projeto firmar?
       Num cavalinho branco que penso ser o unicórnio azul de teus sonhos de menina ( o qual, contastes oras a fio, enovelando as nossas cabeças fantasiadas de colombinas, em uma noite de Carnaval  passado em Balneário de São Pedro D'Aldeia), partistes, como quem parte desejando boa-noite e no dia seguinte viesse convidativa para um banho de mar, nas Dunas ou no Farol.
       Às vezes, ao ler sobre o Egito Antigo ou  O Alienista, de Machado de Assis, creio vê-la ao meu lado, tão dentro de nós, em sorriso de coqueteria, " ainda serás, uma grande, mais grande professora e eu, apenas  a mãe".
       Chamava-se Maria Amaral Ferreira, neta do Capitão Costa, filha de Olívia da Costa Amaral, e amava poesia.

sábado, 28 de maio de 2016

INTERCÂMBIO CULTURAL ENTRE A PARAÍBA, BRASIL E OUTROS PAÍSES- VANDA SALLES RECEBE CERTIFICADO









A escritora Vanda Lúcia da Costa Salles é agraciada com o Certificado de Intercâmbio Cultura entre a Paraíba, Brasil e outros Países:





Os nossos mais sinceros agradecimentos!!!